Negra Lini, atriz.
"...Trabalhar o ator é, sobretudo, preparar seu corpo. (...) Não para que diga, mas para que permita dizer..."
Vanguarda Fábril
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Fábrica de Idéias
Um casarão tombado, alguns amigos e muitas idéias. Assim nasce em Curitiba o espaço The Factory 80's, experiência que promete pertubar as estruturas da Casa Branca da Chave.
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The Factory
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Geração 80
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Planalto Central
Essa fotografia eu fiz em 2001 durante o Encontro de Estudantes de Comunicação Social, Enecom, realizado na PUC de Brasília.
Usei uma Nikon FM10 adaptada com uma lente olho-de-peixe de filmadora Super-8. O filme? O mais barato: ProImage 100.
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Gilberto, taxista

Esse retrato do taxista Gilberto foi feito em 2001 para ilustrar uma matéria sobre educação no trânsito do Jornal Nota 10.
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Fotógrafo Ilustrador
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Bicicletas de Amsterdam

Seguindo a linha de resgatar trabalhos feitos com filme encontrei esta foto de um dos meus temas favorito: Bicicletas.
O que mais me encantou na Holanda é que as pessoas usam a bicicleta como meio de transporte no seu dia-a-dia.
Até o prefeito de Amsterdam eu flagrei pedalando uma "magrela" oficial pelas ruas da cidade. Tinha bandeirolas e tudo.
*Foto foi feita em julho de 1999 com uma Pentax Espio 738.
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Don Giovanni
Praga, capital da Republica Tcheca tem uma tradição de longa data quando o assunto é ópera.
O próprio Mozart, depois do fracasso de uma de suas óperas em Viena, veio buscar refúgio na cidade.
A ópera rejeitada pelo público de Viena fez tanto sucesso em Praga que compositor recebeu encomenda de uma nova ópera.
Esta seria Don Giovanni, considerada sua obra-prima.
Todas às noites, a ópera é executada no mesmo teatro onde estreou em Praga. O casal trajado a caráter vendia ingressos para a apresentação.
* Foto feita com uma Pentax em junho de 1999.
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Irmã da Dona Ana
Com filme na máquina fui à região metropolitana, em busca de cenas de uma vida mais simples. Fiquei encantando com uma senhora que roçava o mato.
Era a irmã da Dona Ana.
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Fusca da Sylvia
O primeiro tema nostálgico da série de fotografias com filme já é um clássico aqui no blog: Fuscas.
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Aula de Photoshop
Eu acho simplesmente uma loucura a habilidade desses sujeitos com o Photoshop.
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Bruno
Quando estou a serviço sempre acabo fotografando meu assistente. Geralmente eles se escondem, mas quando a foto é inevitável mostram a língua.
Por que será isso?
Essa foto aí eu fiz com a máquina do Bruno, uma D80, enquanto ele experimentava a minha.
Nos últimos dias fotografamos juntos em três ocasiões, todas comerciais, mas acredito que logo emplacaremos trabalhos mais autorais.
Bruno é publicitário, fotógrafo e design, além de ter sido meu calouro nos tempos de UFPR. Ótimas referências.
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Um caso canino
Beta era uma cadela desengonçada. Minha mãe viu ela perdida na rua e espantou pra dentro de casa. "Tá com fome a coitadinha".
Mas a vira-lata marrom não levava jeito pra cachorra de madame. Vivia derrubando os baldes e roendo as roupas aqui de casa.
Uns meses depois do aniversário de 2 anos, o Astor ficou doidão. Queria pegar todos os amigos que iam me vistar.
Cheirava a bunda das pessoas e queria entrar na saia das meninas.
Foi aí que decidimos. A Beta foi pro sacrifício.
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Múmia do Bacacheri
A primeira foto na capa de um jornal a gente nunca esquece. Que dizer então quando se trata do retrato de uma múmia. A foto é de Augusto Lopes.
A múmia é Tothmea. O endereço do seu repouso é o Museu Rosa Cruz, no bairro do Bacacheri.
A múmia foi emplacada na capa da Folha do Bacacheri algumas semanas depois que o nosso editor rejeitou a foto das Bicicletas para a Folha do Boqueirão.
É claro que a imagem causou polêmica. Muita gente nem imaginava que havia uma múmia em Curitiba.
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Warszawa, Polska
Não posso deixar de fora um retrato da minha segunda cidade, Varsóvia, na Polônia. Esse graffite vigiava a estação onde eu pegava o trem pra casa.
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Paraty, RJ
A fotografia foi feita em 2002, com uma FM10.
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Praga, República Tcheca
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Kaków, Polska
Abrindo a série Viagem e Lugares Visitados, um retrato da cidade de Cracóvia, na Polônia. A fotografia foi tirada em maio de 1999 com uma Pentax Espio 738, às 6h30 da manhã na praça da cidade velha.
Lembro bem desta foto. Eu estava cansado. Tinha passado a maior parte da noite em claro, de guarda. Mesmo assim percebi a cena de longe. Sem um zoom decente, tive que me aproximar sorrateiro. Um chapa e valeu!
Mudou meu estado de espírito na hora. Eu estava super chateado de não ter conseguido um albergue. Eu, meu irmão e mais uns amigos passamos a noite nos bancos da praça e acordamos de uma forma nada delicada.
Jatos d'água na cara.
Eram os caminhões de limpeza da prefeitura, que tiram as cacas de pombo e espantam os mendigos antes dos turistas chegarem. Não nos molharam muito, mas estava frio e ventava bastante.
Depois da foto, eu e meu irmão entramos numa cabine telefônica para fugir do vento. Tiramos um pão da mochila e comemos um pedaço cada. Enquanto isso, decidimos o destino do dia: Auschwitz.
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Verônica e Digão
Dois grandes jornalistas aqui de Curitiba. Digão Duarte e Verônica Pacheco.
Ele é repórter d' O Bonde, ela é proprietária da Toda Comunicação.
Retratados em outubro, na festa de aniversário do Digão (fotos).
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Cacos
O Cacos tem um sofá;
O Cacos tem 2 sofás;
O Cacos tem 3 sofás;
Pra mór da gente se senta!
Esse aí era o aspecto visual do Cacos, Centro Acadêmico de Comunicação Social, nos meus tempos de jornalismo na Santos Andrade.
Uma foto antiga, feita com numa FM10. Filme ProImage Asa 100. A qualidade do scanner também não ajudou muito, mas fica aqui a título de curiosidade.
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Vô Enos e Vó Matilde
Aqui vai uma singela homenagem à Vó Mathilde, mãe do meu pai, que completa 80 anos neste domingo. Uma foto de recém-casada com o vô.
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Pé no Barro
Fui atraído principalmente pela oportunidade de experimentar a realidade pelos olhos do outro.
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Folha do Boqueirão
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Vida de repórter
O proprietário da Folha do Boqueirão é o jornalista Francisco Garcez, um sujeito boa praça, sempre sorridente, para quem parece nunca haver tempo ruim.
Mas não se deixe enganar pelo seu jeito descontraído. O homem é bastante calejado nesse negócio de imprensa comunitária.
A Folha Boqueirão é o jornal de bairro mais tradicional de Curitiba. Com o Chico aprendi que para ser um bom repórter é preciso transitar em todos os mundos. Ter desenvoltura. Almoçar com empresários e tomar café-da-tarde num barraco do subúrbio com a mesma curiosidade.
E aqui está um exemplo típico. As fotos que ilustram esse texto foram tiradas no mesmo dia, 27 de maio de 2004.
A primeira saiu na Folha do Bacacheri e a segunda numa materia da Folha do Boqueirão.
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Astor Boy
Falta falar do Astor Boy, o meu cão. Fiel escudeiro, me acompanha desde os tempos em que eu morei com o Amatuzzi, em 2003.
Vivíamos nós três num sobradinho de fundos, incrustado no Cabral. Era de madeira, úmido, ficava de frente pr'o trilho de trem e ainda tinha fama de mal assombrado.
Adotamos o Astor depois que arrombaram nosso carro na garagem. À noite a vizinhança era sinistra.
O cão chegou com a maior fama de mau. Veio de uma oficina mecânica em Pinhais, onde teria se envolvido num quiprocó com outro rotwelleir mais velho e respeitado.
Quando ele fez dois anos fizemos uma festa memorável para o cão. Um grande churrasco.
O Aniversário do Astor (fotos) reuniu uns 50 amigos na casinha. O dog circulando todo feliz no meio da galera, ganhando altas lingüiças.
*A foto do Astor foi feita com um Motorola c650 em março de 2005.
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Alugou uma casa cheia de abelhas
Simone de Fátima Bueno e o filho mostram onde as abelhas fizeram uma colméia na casa de madeira alugada no Jardim Tupy. “De noite é só zunido”.
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Saudades do Zé Bento
Para quem não teve oportunidade de conhecer pessoalmente, eu vos apresento Zé Bento, meu companheiro nos tempos de O Popular.
Juntos, pecorremos centenas de vezes o trecho Curitiba-Araucária-Curitiba. Fazíamos de 100 a 130 km por dia. Uma loucura. Havia dias em que eu chegava a ter dores nas costas.
Como todo Fusca, Zé Bento era dono de uma personalidade muito própria.
Era fácil saber quando estava zangado. A parte elétrica ficava insana. O pisca acionava a luz alta ou o limpador ficava teimoso para limpar o vidro.
Também era comum travar o pedal do acelerador, na posição pé-na-tábua, óbvio. Passei alguns sustos, mas nada que chegasse a comrometer minha segurança.
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Um novo volante para Zé Bento
Uma das vantagens de se ter um carro mais antigo é que não dá dó na hora de fazer as mais exdrúxulas adaptações.
Zé Bento não era fusca de colecionador. Era carro de estudante recém-formado. Comecei trocando o volante por este aí. O original já estava em frangalhos.
A buzina havia quebrado há tempos. Para não levar choque na fiação, eu apenas amarrei uma peça plástica sobre os fios, com arame mesmo.
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